Menu

ix ocelli

É com grande prazer que vos convidamos para a inauguração de ix ocelli, uma exposição individual da artista mexicana Vica Pacheco (1993, Oaxaca) na galeria, com curadoria de Mattia Tosti e Orsola Vannocci Bonsi, no dia 26 de setembro, das 16h às 21h.

Vica Pacheco é uma artista multidisciplinar que mora em Bruxelas, cuja prática abrange a escultura, o som e a performance. Partindo de tecnologias sonoras arcaicas, da cerâmica e de imaginários animistas, o seu trabalho explora as relações entre o som, a matéria, a água, o corpo e formas de vida não humanas. As suas performances e instalações ativam frequentemente instrumentos de cerâmica e recipientes sibilantes através da respiração, da água, do ar e do movimento, criando ambientes sonoros imersivos moldados por processos materiais e pela experimentação acústica.

Estudou na La Esmeralda, na Cidade do México, e concluiu a sua formação na Villa Arson, em Nice, em 2017. O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente em instituições e espaços como o Palais de Tokyo, Paris; MACBA – Museu d’Art Contemporani de Barcelona; Musée d’Art Contemporain de Lyon; Fondazione Elpis, Milão; Public Gallery, Londres; PEANA, Cidade do México; Galerie Nordenhake, Cidade do México; Gaudeamus Festival, Utrecht; Hacer Noche, Oaxaca; Q-O2, Bruxelas; Culturgest, Lisboa; e CTM/transmediale, Berlim.

ix ocelli é a sua primeira exposição individual em Portugal.

Todas as coisas que nos fazem

Zangbeto: Os Caçadores da Noite

A Galeria Foco tem o prazer de apresentar Zangbeto: Os Caçadores da Noite, uma exposição individual de Pauline Guerrier.
Inauguração a 19 de março, às 18h.

A exposição revela os resultados da investigação realizada pela artista no Benim em 2024, durante a sua segunda residência artística na Fondation Zinsou.

Profundamente envolvida com a cultura beninense e as suas tradições espirituais, Pauline Guerrier imergiu nos rituais e figuras do Vodoun, concentrando-se em particular nos Zangbeto, guardiões da noite, e nos Egungun, ancestrais que regressam ao mundo dos vivos. Estas figuras místicas, protetoras da comunidade e mediadoras entre o visível e o invisível, alimentam uma reflexão plástica e simbólica no centro da sua prática artística. Através de instalações compostas por tecidos tingidos pela artista, recortados, recompostos e rematerializados, Pauline Guerrier dá origem a silhuetas vibrantes e coloridas que funcionam como reinterpretações contemporâneas destes guardiões espirituais.

Este novo conjunto de obras inscreve-se na continuidade da sua investigação artística internacional, iniciada nomeadamente durante a sua residência na Índia e apresentada em Bruxelas na exposição The Guardians. Ao longo das suas deslocações, do Benim à Índia, passando pela América Latina e pela Europa, a artista observa, recolhe e absorve formas, gestos, cores e ritmos provenientes de cerimónias ancestrais. A partir dessas experiências, extrai uma mitologia pessoal, feita de memórias entrelaçadas e de tradições vivas, que traduz numa linguagem visual singular.

Combinando escultura têxtil, instalação, marchetaria em palha, desenho e presença ritual, as obras apresentadas na Galeria Foco prolongam esta exploração de figuras protetoras universais. No limiar entre o dia e a noite, entre a realidade e a imaginação, os Zangbeto de Pauline Guerrier surgem como entidades híbridas, enraizadas numa espiritualidade beninense ancestral e reinventadas pelo gesto contemporâneo da artista.

Unfinishablinging. Di siffatte movenze era pieno il mondo


Mermaids of a Restless Sea

Reservoir

What Holds The Structure

A galeria tem o prazer de apresentar a segunda exposição individual de Maria Appleton em Lisboa, com um novo conjunto de obras concebido especialmente para o espaço da galeria.

Inauguração 22/05/25 – 18h

Lisboa Não Sejas Francesa – Parte 2 | Foco Lisboa

Lisboa Não Sejas Francesa – Parte 1 | L’Atlas Paris

Retomar o passo