Superflora #02, 2021
Impressão Fine art sob papel Baryta Hahnemühl, Moldura Nielsen, Vidro Museu
120×150 cm | Ed. 6 + 1 A.P.
Superflora #01, 2021
Impressão Fine art sob papel Baryta Hahnemühl, Moldura Nielsen, Vidro Museu
120×150 cm | Ed. 6 + 1 P.A.
Superflora #08, 2021
Impressão Fine art sob papel Baryta Hahnemühl, Moldura Nielsen, Vidro Museu
120×150 cm | Ed. 6 + 1 P.A.
Márcio Vilela (n. 1978, Recife, Brasil) vive e trabalha em Lisboa. É licenciado em Fotografia pela Escola Superior de Tecnologia de Tomar e mestre pelo European Master of Fine Art Photography do IED Madrid.
A sua investigação desenvolve-se em torno dos estudos de paisagem e da relação entre arte e ciência, colaborando frequentemente com instituições de investigação em áreas como a astrofísica, a engenharia aeroespacial e a hidrografia.
Em 2008, foi um dos sete artistas selecionados para o Prémio Anteciparte. Entre 2010 e 2012, realizou uma residência artística de dois anos na Carpe Diem Arte e Pesquisa, que culminou na exposição individual Mono (2012). Nesse mesmo ano, foi selecionado para o prémio Abre Alas 8, promovido pela Galeria A Gentil Carioca, no Rio de Janeiro.
Em 2012, Vilela participou numa residência artística na ilha de São Miguel, Açores, a convite da Galeria Fonseca Macedo. Desta experiência resultaram a exposição Azores e a publicação de um livro de artista com o mesmo título, em 2014. Ainda em 2014, a convite do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Recife), realizou uma residência artística naquela cidade, desenvolvendo novos trabalhos centrados em estudos de paisagem e cor. Em 2015, integrou as Residências Criativas do Pico do Refúgio, Açores. Em 2019, apresentou Satellites, exposição individual no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, em Lisboa.
O seu trabalho integrou a Bienalsur 2025, no MAR – Museo de Arte Contemporáneo de Buenos Aires, e foi finalista do Sovereign Art Prize (Portugal).
Em março de 2026, inaugurará a exposição individual Previsão de Deriva (Drift Prediction) no Arquipélago – Centro das Artes, em São Miguel, Açores. Desde 2007, é professor de fotografia.
As suas obras integram a Coleção António Cachola, a Coleção Berardo, o Museu Nacional de Brasília, o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (MNAC), o Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM), bem como diversas coleções privadas.