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Miguelangelo Veiga

Foco Galeria Miguelangelo Veiga

Over the void, going into the blue, 2014

Técnica mista sobre tela

150x100cm

Foco Galeria Miguelangelo Veiga

An Island is not a place for an abstract thinker, 2020

Acrílico sobre tela

200×220 cm

Miguelangelo Veiga (n. Lisboa 1974) licenciou-se em Pintura no ano de 2003 pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, frequentou em 2007 a Escola de Artes Visuais Maumaus. Desenvolve investigação no campo das artes visuais desde 2000, nomeadamente, nas vertentes de Desenho, Pintura, Instalação e Vídeo. Em 2002, realizou a primeira mostra coletiva com destaque público: “The opposite direction/ easily reversible”, na Galeria Zé dos Bois (ZDB) destacam-se as participações no Open studio/Residência “O Sítio das Artes”, promovido pelo Fórum Cultural – O Estado do Mundo no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (2007). Em 2010, foi selecionado pelos curadores da The Phillips Collection e do Katzen Arts Center American University Museum para representar Portugal na exposição “Loop: Contemporary Vídeo Art From the E.U.”, no National Portrait Gallery, em Washington D.C. Em 2013, integrou o programa de Projetos Associados da Trienal de Arquitectura de Lisboa – Close, Closer – com “Domino / Ready for the fall em Curating the Domestic – Images at Home”. É actualmente representado pela galeria Presença no Porto e pela Galeria Sete em Coimbra, integra diversas coleções públicas e privadas destacando-se; PLMJ (Portugal), Centro de Artes Plásticas de Coimbra (Portugal), Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (Portugal), Al Maqam (colec. Mohamed Mourabiti, Marrocos), Fundação do Fórum de Assilah (Marrocos) e a colecção Al Asmakh International Art Collection (Qatar). Vive e trabalha em Lisboa.

Sobre a Pintura: vivê-la é como viver um tempo que não é nosso, um tempo que nos antecedeu e que inevitavelmente nos precederá, é o espaço de um optimismo latente, o espaço da transformação e da renovação. É como uma história que, à semelhança de todas as histórias que conhecemos, termina carregada com os vestígios do ciclo que lhe coube, sobrando apenas as marcas e as memórias seleccionadas por quem as conta.
Trata-se de uma investigação sem respostas e cheia de questões, uma investigação movida pelo impulso de tornar visível e pelo desejo do olhar. É o domínio da manifestação da Ideia e uma expressão de potencial liberdade e de poder.