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Arco Lisboa 2026
Gabriel Ribeiro + Francisco Trêpa + Hugo Cantegrel + Manuel Tainha
[28/05/26 - 31/05/26]

Foco Galeria Arco Lisboa 2026

Vista da Exposição

Foco Galeria Arco Lisboa 2026

Vista da Exposição

Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Balada da Chalaza, 2026 – Manuel Tainha
Pigmento sobre veludo prensado, algodão
180 × 180 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Caminho do Desejo, 2026 – Manuel Tainha
Pigmento, lixívia e lama sobre veludo
60 × 30 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Marquise, 2026 – Manuel Tainha
Pigmento sobre veludo cosido
60 × 50 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
RQM, 2026 – Manuel Tainha
Pigmento sobre veludo prensado, moldura em madeira
100 × 70 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Alt, 2026 – Manuel Tainha
Pigmento e lixívia sobre veludo costurado
100 × 70 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Bons Tempos, 2026 – Hugo Cantegrel
Impressão UV em chapa de alumínio, caracóis de bronze, alumínio, perfil de alumínio, metal
80 × 129 × 8 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Todas as coisas que nos fazem VI, 2026 – Hugo Cantegrel
Impressão UV em alumínio, tinta fluorescente, metal, objetos encontrados
75 × 100 × 5 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026

Tambor Amor, 2025 – Francisco Trêpa

Cerâmica vidrada, cera de abelha, resina, lã, suporte para tambor

110 × 70 × 70 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026

Rainha dos Bugalhos, 2025 – Francisco Trêpa

Cerâmica vidrada, parafina, cera de abelha, lã

160 × 50 × 50 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026

Candeeiro rosa, 2026 –

Francisco Trêpa
Cerâmica vidrada, porcelana
34 × 15 × 16 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026

Candeeiro azul, 2026 –

Francisco Trêpa
Cerâmica vidrada, porcelana
34 × 15 × 16 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026

Candeeiro amarelo, 2026 –

Francisco Trêpa
Cerâmica vidrada, porcelana
23× 15 × 08 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Bugalho, 2025 – Francisco Trêpa
Cerâmica vidrada
33 × 29 × 33 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Sem titulo I, 2026 – Gabriel Ribeiro
Impressão solar em espuma de poliuretano, estrutura em aço inoxidável.
40 × 30 × 10 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Sen titulo II, 2026 – Gabriel Ribeiro
Impressão solar em espuma de poliuretano, estrutura em aço inoxidável.
30 × 40 × 10 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Corte Transversal (serie of 12),  2026 – Gabriel Ribeiro
Fotograma impresso a cianotipia sobre papel de fibra, moldura em madeira, vidro de museu com proteção UV70.
21 × 15 × 3 cm (cada)
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Corte Transversal IX,  2026 – Gabriel Ribeiro
Fotograma impresso a cianotipia sobre papel de fibra, moldura em madeira, vidro de museu com proteção UV70.
21 × 15 × 3 cm
Foco Galeria Arco Lisboa 2026
Corte Transversal X,  2026 – Gabriel Ribeiro
Fotograma impresso a cianotipia sobre papel de fibra, moldura em madeira, vidro de museu com proteção UV70.
21 × 15 × 3 cm

Para a ARCOlisboa 2026, a Galeria Foco apresenta obras de quatro artistas radicados em Lisboa, cujas práticas têm evoluído significativamente nos últimos tempos.
Gabriel Ribeiro (1990, Rio de Janeiro) apresenta obras da sua primeira exposição individual em Lisboa. Combinando métodos científicos com intuição poética, a sua prática examina sistemas estruturais frágeis através de montagens precárias de tubos, recipientes e objetos do quotidiano. A água funciona tanto material como metaforicamente, evocando uma “emergência hídrica” e abrindo espaços entre o geométrico e o orgânico.
As obras de Francisco Trêpa (1995, Lisboa) sucedem à sua primeira exposição individual institucional no CAM Gulbenkian. Inspiradas em galhas de carvalho encontradas no jardim do museu, as suas obras em cerâmica exploram a interdependência, a metamorfose e a hibridez. Apresentadas em diferentes fases de transformação, questionam as fronteiras entre interior e exterior, hospedeiro e parasita, e formas vivas.

Manuel Tainha (1993, Lisboa) apresenta novas obras em veludo, na sequência da sua recente exposição no Liceu Camões. A sua prática investiga a composição através de processos de adição e subtração, transitando entre abordagens bidimensionais e baseadas em objetos. Os têxteis, as restrições arquitetónicas, os legados românticos e a tensão entre fragilidade e violência são centrais no seu trabalho.
Por fim, Hugo Cantegrel (1991, Paris) apresenta novas obras juntamente com a sua exposição simultânea. Inspirando-se em narrativas autobiográficas e influenciado pelo Nouveau Roman, as suas instalações transformam objetos do quotidiano em composições teatrais e abertas. Enraizada em interiores domésticos, a sua obra revela o potencial poético no ordinário e convida a múltiplas interpretações.